quarta-feira, 14 de maio de 2008

Quelimane - II

Este post é continuação de Quelimane - I.
O Tribunal Judicial da Província da Zambézia...
...e o sítio onde irá ser construído o novo Palácio da Justiça.A Universidade Pedagógica...
...a Direcção Provincial da Industria e Comércio......e posto de recenseamento eleitoral
Mais algumas fotos da cidade...A Mesquita no centro da cidade e o seu interior e uma outra Mesquita à saída da cidade.
A Pensão Quelimane...
...e a Farmácia Muzinga.O almoço - a célebre galinha à moda da Zambézia - foi no aprazível restaurante da piscina (penso que era (é?) municipal). A galinha estava boa e o ambiente também!...Antes de mostrar algumas fotos mais antigas - 1972 - uma última foto "actual" de Quelimane - o pôr de sol na margem do rio dos Bons Sinais...
As fotos que mostro a seguir resultaram da digitalização de slides tirados por volta de 1972. Começo com um outro pôr de sol e uma outra vista do rio dos Bons Sinais...
...seguem-se quatro vistas aéreas tiradas ao aterrar em Quelimane. A primeira foto resultou de um slide de compra e as outras tiradas por mim
 
A terminar a Catedral e o rio dos Bons Sinais...
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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Zalala - mais um banho no Índico!

A pouco mais de 40 quilómetros da cidade de Quelimane situa-se a praia de Zalala. Esta é a praia preferida dos quelimanenses! A estrada que vai da cidade à praia é toda asfaltada, muito estreita, ...mas linda. São quilómetros e quilómetros de estrada ladeados por um extenso palmar! E a praia, ... um sonho! Quilómetros e quilómetros de um areal claro e limpo. É o Índico (mar aberto) com a água límpida e quente (não levei termómetro, mas garanto que deveria estar a uns 26/28 graus!).
A estrada é quase uma recta até à praia. "Montes" de bicicletas têm o mesmo destino que eu - Zalala!Mais ou menos a meio do caminho, esta moradia isolada, já se sente a maresia...
...e, quase em Zalala, já se nota neste riacho barrento a influência das marés.Já em Zalala, estas são as primeiras casas que encontroAcaba o palmar e começam as casuarinas. A praia é já ali...Eis a praia de Zalala! Um areal imenso, pouca gente (era um dia de semana!)... que rico banho!Olhando para Sul ou para Norte, o aspecto é este: um areal a perder de vista! É tempo de regressar! Para lá destas casuarinas, que vêm até à praia, fica...
...o restaurante onde tomei uma 2M geladinha! (para quem não saiba, 2M é a marca de uma das cervejas de Moçambique)
Já de regresso, mostro mais casas em Zalala......e novamente a estrada que leva a QuelimaneEntretanto passei por um mercado de berma de estrada...
...e por uma viatura de caixa aberta, a fazer serviço de "chapa" (táxi)......e, quase na cidade, o Instituto de Ciências de Saúde de Quelimane
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domingo, 4 de maio de 2008

Quelimane - I

Quelimane é a maior cidade da província da Zambézia (quarta cidade de Moçambique) e a sua capital. Localizada a cerca de 20 quilómetros da foz, na margem do rio dos Bons Sinais, tem como uma das suas principais actividades a pesca. Obras relativamente recentes dotaram a cidade de dois bons portos: um pesqueiro e outro de cabotagem. Segundo estatísticas de 2003 a cidade terá cerca de 185 mil habitantes. Na região envolvente da cidade predomina a agricultura, de que se destaca o coco e a copra (os palmares que cercam a cidade são dos maiores do mundo!), o arroz, o milho, o sisal, a mandioca, a cana de açúcar...
Vasco da Gama passou por Quelimane em 1498, a caminho da India, e dado ter encontrado aqui "os bons sinais" que lhe deram a certeza de estar na rota certa, baptizou o rio com o nome de Bons Sinais. Ocupada por Portugal em 1530, foi elevada a vila em 1763 e a cidade em 1942.
Quanto à origem do nome Quelimane existem várias versões: a primeira que conheci apontava para as palavras inglesas killing man, que evoluiram para Queli-Man e mais tarde para Quelimane, pelo facto de aqui morrerem com paludismo (malária), muitos dos da tripulantes que por aqui passavam; Uma outra versão diz que quando Vasco da Gama perguntou aos locais o nome da terra, estes não entendendo a pergunta responderam Kulimani - "Estamos a cultivar" - daí resultando Quelimane; Finalmente, e segundo os entendidos a mais plausível, Quelimane deriva das palavras em swahili (língua franca na costa oriental de África há séculos atrás) kilima (monte, colina) e ni (são, é) - "local no alto da colina"!
O que mais me chamou a atenção na cidade logo que cheguei foi a enorme quantidade de bicicletas (que operam como táxis no transporte de pessoas) e o mau estado das ruas e avenidas...À entrada da cidade, a igreja do Sagrado Coração......na marginal, a antiga Catedral (igreja de Nossa Senhora do Livramento), ao pôr do sol.A marginal e ao fundo...
...o porto de pesca.
Caminhando para o centro da cidade, o característico Cinema Águia (um pouco "alterado" pela publicidade da omnipresente MCel!) Um outro edifício marcante na cidade é o dos Correios (durante a noite choveu, de modo que a avenida estava alagada!)Outros edifícios no centro...
O Hotel Chuabo, o Banco de Moçambique e a fonte.Jardim no centro e envolvente
Traseiras da Catedral
Continua em Quelimane - II.

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quinta-feira, 1 de maio de 2008

Mocuba

Mocuba é a segunda maior cidade da província da Zambézia (a primeira é a capital - Quelimane). Situada no interior da província, entre montanhas cuja altitude varia entre os 1000 e 1300 metros, Mocuba terá cerca de 125 mil habitantes.
Surpreendeu-me o movimento e a "vida" da cidade. Sendo um ponto de passagem para quem vai em direcção ao mar (porto de Quelimane), por aqui passa muito do chá produzido no Gurué e muito dos produtos agrícolas produzidos nesta fértil Zambézia. A linha férrea, que a ligava ao porto de Quelimane, está desactivada e, ao que parece, não será reactivada.
Li algures, já não sei onde (o seu autor que me desculpe), ser esta a cidade onde todos os caminhos se cruzam e toda a Zambézia se abraça.
A igreja......uma rotunda......uma escola...
...e o edifício do Governo Distrital.
As ruas e avenidas já tiveram, por certo, melhores dias. O asfalto quase não se vê, mas algumas delas estavam em processo de repavimentação
A Pensão Cruzeiro......e a Farmácia Licungo.Algumas casas/prédios de Mocuba, começando por uma casa com um tipo de arquitectura muito comum nos anos 60 por todo o Moçambique.
Termino com este "mural" publicitário a diversas bebidas alcoólicas.

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