sexta-feira, 20 de junho de 2008

Maputo, uma volta por duas avenidas...

Neste post vou percorrer duas avenidas: a Eduardo Mondlane (antiga Pinheiro de Chagas) e a 24 de Julho (mantém o nome, mas é outro 24 de Julho!).
Começando na Eduardo Mondlane, junto ao Hospital, o edifício onde funciona o Ministério da Saúde, vendo-se um pouco antes o Restaurante 1908, um dos mais chiques da cidade!Mais à frente, caminhando em direcção ao Alto Maé, do lado esquerdo, os Bombeiros e do lado direito, um prédio que no seu topo mantém o antigo nome desta avenida - Pinheiro de Chagas, 2865Continuando, também do lado direito, o Centro de Saúde do Alto Maé e......nos seu muros, diversos conselhos profilácticos.Três vistas da Av. Eduardo Mondlane, que mostram bem a "animação", a largura (...e comprimento) desta viaJá no Alto Maé duas vistas do fim da avenida......"operação" de limpeza......a estátua de Eduardo Mondlane.No Alto Maé, uma marisqueiraPassando para a Av. 24 de Julho, três vistas desta avenida.Lá como cá... a IURDMais à frente, do lado direito, o Museu Nacional de Geologia......e, do outro lado, a antiga Pastelaria Princesa (agora transformada no "pronto a comer" Mimmo's) e a Pastelaria Cristal (recém remodelada e com um óptimo serviço)
E, já no fim da avenida, os populares restaurantes Piripiri e Nautilus e......uma "exposição" de batiques para venda
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quinta-feira, 19 de junho de 2008

A Igreja Ortodoxa Grega no Maputo

Na esquina da Av. Armando Tivane (antiga Couceiro da Costa) com a Rua de Kassuende (antiga Aires Ornelas), com frente para esta rua, fica a Igreja Ortodoxa Grega. Esta igreja e o Ateneu Grego, que fica mesmo ao lado, com frente para a Av. Julius Nyerere (antiga António Enes) eram nos anos 1950...70 muito frequentados pela comunidade Grega, na altura bastante numerosa. O Ateneu "transformou-se" em Palácio dos Casamentos, mas a igreja lá continua, linda e penso que pouco frequentada. É um local que merece uma visita e no entanto é muito pouco visitada por nacionais ou estrangeiros! Aqui deixo umas fotos...
Primeiro três vistas exteriores (a primeira foto é de 2004)... ...depois o interior: vista a partir da porta de entrada......de cada lado da porta (fotos tiradas de costas para o altar) magnificas e coloridas pinturas. À esquerda......e à direita.Duas vistas da nave centralPormenores do altarUma porta lateral......outras vistas...
...e pintura interior na cúpula central.
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quarta-feira, 18 de junho de 2008

Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição no Maputo

A Fortaleza (há quem a refira como Forte) de Nossa Senhora da Conceição, tal como hoje a conhecemos, resultou da reconstrução em 1946 (no âmbito das comemorações do centenário da fundação de Portugal) do forte / presídio que aqui existiu e de que há notícias anteriores a 1800. Situada perto do porto de pesca do Maputo, tem uma planta quadrangular, com uma só porta para o exterior, sendo construída em pedra de cor vermelha. Funciona aqui o Museu de História Militar, tutelado pela Universidade Eduardo Mondlane.
Aspecto lateral da fortaleza......rodando para a direita temos a entrada da fortaleza, vendo-se em primeiro plano...
...a árvore onde, segundo a tradição, os vátuas (tribo do ramo do zulus a que pertencia Gungunhana) enforcaram em 1883 o governador Dionísio Ribeiro. Entrando tem-se esta vista para os prédios em frente. Ao centro um padrão rodeado de canhões e nas paredes "placas" vindas de vários locais de Moçambique. Por aquelas portas tem-se acesso a diversas salas do Museu.
Subindo à muralha uma vista do interior da fortaleza, vendo-se...
...a estátua equestre de Mouzinho de Albuquerque (apeada da frente da Câmara Municipal)......a estátua de António Enes......e uma outra que não sei identificar.Mouzinho visto de um outro ângulo. Ao fundo vê-se...
...do lado direito, um painel de azulejos, da autoria dos artistas portugueses José Emídio e Alberto Péssimo, trabalho que resultou de uma acção de cooperação entre a Cooperativa Árvore do Porto e a Direcção da Cultura da Universidade Eduardo Mondlane e, do lado esquerdo, os dois painéis de bronze que figuravam no pedestal que suportava a estátua de Mouzinho.
O painel de azulejos mais de perto, seguindo-se dois pormenores do mesmoOs dois painéis de bronze referidos que retratam a luta com os vátuas e a prisão de Gungunhana (ou Ngungunhane)
Uma vista das muralhas, dos seus canhões e da envolvente
O "caixão de Gungunhana". Este caixão, esculpido por Paulo Come, sob coordenação de Malangatana Valente, contém uma pequena urna com terra do cemitério dos Açores (Angra do Heroísmo), onde Gungunhana foi sepultado, na impossibilidade de recolher, com um mínimo de credibilidade, as suas ossadas ou parte delas.

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