Sábado, 26 de Julho de 2008

Introdução

Iniciando uma viagem que me levou à República da África do Sul e a Moçambique, vou aqui tentar mostrar, em jeito de diário (mas este "relato" não é, de certeza, um diário), o que mais me chamou a atenção no decorrer desta viagem. Saindo do Porto (via Lisboa) com destino a Johannesburg, viajei daqui até ao Cabo (ida pelo litoral, regresso pelo interior), segui depois para Moçambique visitando Maputo, Pemba, Nampula, Quelimane, Ilha de Moçambique,... Voltei depois a Johannesburg, com passagem pelo Kruger Park, e daqui regressei ao Porto.
Inicialmente pensei chamar a este blog "Pelo Leste da África do Sul", mas pareceu-me que poderia ser entendido como o País (República da África do Sul) e não a parte Sul do continente africano. Pensei depois em "Pelo Sudeste do Sul de África", mas também aqui tive receio que se entendesse como Sudoeste Africano (Namíbia)... pelo que optei pelo titulo acima que, não me parecendo muito feliz, localiza bem os lugares por onde "andei": Moçambique e República da África do Sul.
NOTA: a maior parte dos posts deste blog foram elaborados já após o meu regresso a Portugal, pelo que eles retratam não a actualidade, mas o que vi nos últimos dias de 2007 e nos dois primeiros meses de 2008.
Depois de um curto voo Porto-Lisboa e de um outro bem mais longo - 10 horas e 5 minutos - cheguei a Johannesburg, a capital económica da República da África do Sul.De Johannesburg a Port Elizabeth são 1075 Km, percorridos em óptimas estradas e auto estradas, bem sinalizadas e com bastante movimento. Para se fazer a viagem "pela fresca" a mesma iniciou-se por volta das 3 horas da madrugada e a chegada a Port Elizabeth, depois de várias paragens para abastecimento (do carro e das pessoas), ocorreu por volta das 4 da tarde.A partir de Port Elizabeth inicia-se a Grande Rota do Cabo (The Greater Cape Route). É uma viagem de sonho, sempre pela beira mar, até à Cidade do Cabo. Mostro a seguir o mapa da primeira parte desta "Rota", que integra a "Garden Route".Terminada a "Garden Route" continua-se pela Rota do Cabo a caminho de Cape Town. Já falta "pouco" para chegar à cidade mais a sul no continente africano.Depois da Cidade do Cabo iniciei o regresso a Johannesburg, pelo interior do País. A viagem foi longa e o calor apertou - chegou a atingir os 39 graus! Como "pausa" visitei a "zona dos vinhos" com as suas vinhas, as suas caves e ....o seu "vinho do Porto"!Regressado a Johannesburg dei "uma volta" por Pretória (que agora passou a chamar-se Tshwane).Viajei a seguir para Moçambique. Saindo de Johannesburg de madrugada, para percorrer cerca de 470 quilómetros até Maputo. Eis-me na cidade dos Coca Colas (assim se chamava aos naturais da antiga Lourenço Marques).Agora que cheguei a Moçambique convido todos os visitantes a "clicarem", logo no início do blog, ao cimo, à direita, em AOS MEUS AMIGOS e oiçam esta magnifica música que o Bob Dylan dedicou a Moçambique (já lá vão uns largos anos...). Este link teve a devida autorização do Malhanga, a quem agradeço a permissão.

Uma vez em Maputo havia que matar saudades, visitar as praias vizinhas (... e tomar o tão desejado banho no Índico) Macaneta e Bilene, ir à Catembe, correr a cidade de ponta a ponta, ir à Costa do Sol, ao Alto Maé, à Polana, ao Xipamanine, ao...Mostro a seguir o "plano" da minha ida ao norte de Moçambique.
Começando por rumar a Norte, e após uma "paragem técnica" em Tete, cheguei a Pemba. Mostro a cidade, a sua baía (a terceira maior do mundo!) e suas praias. Depois um "salto" até à Ilha do Ibo e......novo voo até Nampula...
...e um passeio pela Ilha de Moçambique, pela praia das Chocas, Cabaceira......e Saua Saua, com a sua fonte de água doce na praia!Regressando a Nampula num dia à noite, iniciei na madrugada seguinte a viagem até Quelimane (ida e volta são cerca de 1100 quilómetros).Mais algum tempo em Nampula e lá segui novamente para o Maputo, com escala na cidade da Beira, que só vi de avião...
Mais uma vez no Maputo! É tempo de despedida! De mostrar mais algumas vistas da cidade, as Mesquitas, o Museu, a Fortaleza,... de comer uns mariscos na Costa do Sol, ... enfim, de matar saudades...
Saindo de Moçambique passei uns dias na zona de Nelspruit e Sabie para visitar o Kruger Park, o Memorial a Samora Machel e uma série de cascatas aqui existentes.

Agradecimentos: à minha irmã, ao meu cunhado e ao meu sobrinho, à Elide e ao Manecas, à Clotilde e ao Miguel e ao Chico Carneiro, MUITO OBRIGADO por tudo.

NOTA:
apesar de este blog não pretender ser um diário, os "posts" foram publicados mais ou menos por ordem cronológica. Caso queiram seguir esta ordem aconselho a que o ARQUIVO DO BLOGUE, mostrado à direita, seja seguido de baixo para cima. Caso queiram seguir a "ordem geográfica" (de Norte para Sul) sigam o Índice .

Índice

Moçambique

Aproximação a Pemba
Pemba - vistas aéreas
Pemba I - Passeando pela cidade
Pemba II - pelos bairros limítrofes...
Wimbi - Mais uma banhoca...
Os resorts na praia do Wimbi
Murrebué - um sossego de praia...
Um passeio pelo Ibo
A Fortaleza e os Fortins do Ibo

Nampula, lembrando o tempo de tropa...
Nampula vista duma das torres da Catedral
Uma volta por Nampula
Nampula, uma volta pelo centro
A Catedral de Nampula
Nampula - da Catedral ao Estádio
Nampula - na área dos caminhos de ferro
Nampula - Feira do Pau Preto
De regresso a Nampula
Quase a deixar Nampula
"Corroah" Nampula

Igrejas nos arredores de Nampula
De Nampula à Ilha de Moçambique e Chocas (1ª parte)
De Nampula à Ilha de Moçambique e Chocas (2ª parte)
Visita à Ilha de Moçambique em dia cinzento (1ª parte)
Visita à Ilha de Moçambique em dia cinzento (2ª parte)
O Palácio dos Capitães-Generais
A Fortaleza de S. Sebastião
Chocas e Carrusca - duas praias de sonho!...
Cabaceira e Saua Saua

De Nampula a Quelimane por estrada
Mocuba
Quelimane - I
Quelimane - II
Zalala - mais um banho no Índico!

Flores, frutos e... ninhos
Diversos - Norte
Gentes do Norte

Tete - uma escala ocasional...
Breve passagem pela Beira

A caminho de Moçambique
Maputo - vistas "quase aéreas"...
Maputo - segundas vistas "quase aéreas"...
Pelas ruas do Maputo - I
Pelas ruas do Maputo - II
Pelas ruas do Maputo - III
Maputo - umas aqui, outras acolá...
A Catedral e a Igreja de Sto. António da Polana
Praça do Trabalhador e estação dos CFM
Mais uma vez no Maputo
Maputo - duas mesquitas
A Igreja Ortodoxa Grega no Maputo
O Museu de História Natural no Maputo
A Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição no Maputo
Jardim/monumento a Louis Tregardt
O Hotel Polana
Maputo, uma volta por duas avenidas...
Mural de azulejos na Marginal
Pela Marginal até à Costa do Sol
O Bazar e os vendedores de rua
Publicidade

Ida à barragem dos Pequenos Libombos, com passagem por Boane

Macaneta - finalmente um banho no Índico!
Bilene - um banho bem quente...
Catembe ...é já do outro lado da baía...

Tatá Maputo, Hambanine Moçambique...

República da África do Sul

Um dia no Kruger Park
Pela região do Sabie
Memorial a Samora Machel

Breve visita a Tshwane (ex-Pretória)

De Johannesburg a Port Elizabeth
Port Elizabeth
A caminho do Cabo...
Garden Route - I
Garden Route - II
Cango Caves
Criação de avestruzes
Mossel Bay
A cidade do Cabo está próxima...
Cape Town vista da Table Mountain
O Cabo da Boa Esperança
Passeando por Waterfront
Despedida de Cape Town
Rota dos vinhos - I
Rota dos vinhos - II
Regresso a Johannesburg

Uma "volta" por Johannesburg
Mais uma "volta" por Johannesburg
Dois museus e um parque

Bye Bye Johannesburg... adeus Leste do Sul de África

Bye bye Johannesburg... adeus Leste do Sul de África!

Depois de muito "andar" pelo Leste do Sul de África... o regresso a Portugal! Este será o último post desta minha viagem! Termino como comecei: mostrando mais algumas vistas de Johannesburg. Duas fotos de Newtown, tiradas de um viaduto, vendo-se logo na primeira uma declaração de amor a Jozi (petit nom de Johannesburg)A seguir uma série de pinturas de paredes muito vulgares em quase todas as cidades do mundo. Umas mais interessantes... outras menos!...
Já mostradas em outros posts, duas obras que marcam a cidade: a ponte Nelson Mandela e a torre de Hillbrow com os seus 269 metros de altura (no fim de 2007 era a 58ª torre mais alta do mundo... agora não sei!)

Mais três vistas da cidade
Uma mesquita no centro da cidade e o seu reflexo

Também no centro, uma "máquina" do tempo em que o ouro se extraía na cidade e, já não no centro, uma mesquita em construção.

Num jardim um elegante arco de gazelas......no mesmo jardim "flores em ferro" e num centro de artesanato estátuas em ferro soldado (tamanho um pouco abaixo do natural)

Na última noite passada em Johannesburg fui jantar ao centro comercial Monte Casino. Para além do que é "normal" em centros comerciais - muitas lojas, cafés, restaurantes,... - este tem casino, teatro, hotel, 15 salas de cinema... e a particularidade de ter sido construído em estilo sul de Itália e numa parte do centro ser de dia (muita luz, "céu" azul,...) e na outra ser de noite ("céu" negro com estrelas, sendo nesta área que funcionam o casino, o teatro, os cinemas...). Muito bem "encenado" e decorado... estamos sempre à espera que apareçam a falar italiano!...
"De dia"


"De noite". Na primeira foto o restaurante português Beira Alta...

...os "pontos luminosos" da foto da esquerda são slot machines...

...o carro da Polizia e as bilheteiras para os cinemas.

Mesmo no fim, quatro antenas para telecomunicações! Parecem árvores naturais, mas é tudo ferro e plástico. Os modelos são variados e encontram-se por todo o lado.



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Dois museus e um parque...

Começo por mostrar o exterior do Museum Africa. A frontaria e na foto seguinte a praça/parque de estacionamento em frente, com dezenas de cabeças esculpidas em madeira.
Seguem-se quatro fotos do interior do Museu.


Já de saída uma vista do museu tirada de cima dum viadutoDe um museu para outro, o Apartheid Museum (Apartheid = vida separada). Primeiro uma vista geral e depois dois pormenores da fachada (nas 7 colunas está escrito: Democracia, Reconciliação, Igualdade, Diversidade, Responsabilidade, Respeito e Liberdade).

No interior do museu não era permitido fotografar, aqui ficam algumas fotos da área envolvente. Na primeira um banco de jardim onde só os brancos se podiam sentar!Seguem-se mais quatro fotos. Na primeira um mural com uma frase de Nelson Mandela que, em tradução mais ou menos livre, diz: Ser livre não é simplesmente cortar as algemas, mas trilhar um caminho que respeita e realça a liberdade dos outros


Em frente ao museu um parque temático - o Gold Reef City - instalado no local onde funcionou uma das primeiras minas de ouro do País e onde se podem ver, para além das diversões próprias de um parque deste género, equipamentos originais das minas e uma reprodução do casario em estilo vitoriano retratando a vida durante o auge da corrida ao ouro no século XIX. A entrada e o mineiro indicando a altura das crianças com direito a redução do preço de entrada.

Os comboios no parque: o primeiro circula para mostrar aos visitantes o parque, os quatro restantes estão "estacionados" para serem vistos pelos visitantes...


Alguns dos equipamentos usados nas minas...


...e as casas em estilo vitoriano que albergam pequenos museus, lojas de recordações, cafés e restaurantes e até um hotel!


Antes de sair uma vista para uma das diversões - a Montanha Russa!
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Pela região do Sabie

Regressado à República da África do Sul "estaciono" uns dias na região do Sabie......onde pretendo dar uns passeios, já que me falaram do muito que há aqui para ver. São as paisagens extraordinárias, as inúmeras cascatas e rios, os vales, o canyon, as pessoas, o artesanato... No meio de uma floresta, à beira de um rio, eis o local onde fiquei instalado - o Sabi Star Chalets

Para iniciar o passeio por estas paragens começo por mostrar a Lisbon Falls, a cascata mais alta da região - 92 metros!Estas também têm nome de capital europeia - Berlin Falls - têm 45 metros de altura!
A primeira grande corrida ao ouro na África do Sul iniciou-se no vale de Pilgrim's Rest quando em 1873 o local foi declarado oficialmente campo aurífero. Antes do fim daquele ano já ali havia 1500 pesquisadores de ouro e 4000 concessões! A pequena povoação de Pilgrim's Rest transformou-se assim no centro social dos garimpeiros, "estatuto" que manteve até 1972, altura em que é encerrada a última mina em exploração. Foram depois restaurados todos os edifícios (construidos de madeira e zinco) e concessionados para diversas actividades turísticas, o que transformou a povoação num verdadeiro museu vivo.



Uma verdadeira janela de Deus é esta Gods Window ! Daqui de cima tem-se uma vista deslumbrante! Marcante nesta paisagem o Pinnacle e a paisagem propriamente dita.
Situadas no rio Mac-Mac, estas cascatas caiem de 65 metros de altura, são as Mac-Mac Falls... ...que originalmente só tinham um "braço" de água, mas os mineiros, durante a "febre" do ouro, com dinamite, rasgaram o segundo braço. Embora não parecendo é nesta paisagem que começa o Blyde River Canyon, o terceiro maior canyon do mundo (o primeiro é o Grand Canyon nos EUA e o segundo o Fish Eagle Canyon na Namibia)
Umas duas centenas de metros abaixo da cascata assinalada na foto anterior (e que também está assinalada na foto seguinte) a paisagem modifica-se profundamente......cascatas como esta cortaram a rocha durante milhares de anos, criando......braços de rio como os que mostro a seguir e...
...os buracos/caldeirões (potholes, em inglês) que deram origem ao nome deste local - Bourkes' Luck Potholes (o mineiro Tom Bourke encontrou por aqui uma pequena quantidade de ouro)
Alguns quilómetros depois outras vistas do Blyde River Canyon onde se destaca o verde da vegetação e o vermelho da terraEstas formações rochosas são conhecidas como Three Rondawels
...este passeio termina no rio Sabie de que mostro uma das cascatas

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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Memorial a Samora Machel

19 de Outubro de 1986. Esta foi a data em que um avião Tupolev-134A, sob os comandos de uma tripulação cedida ao governo de Moçambique pela então União Soviética, embateu contra a região montanhosa dos Libombos, em Mbuzini, na República da África do Sul. Neste desastre perdeu a vida Samora Machel e outras 33 pessoas que com ele viajavam.
Em 1999 foi construido o Monumento/Memorial que mostro abaixo, projectado pelo arquitecto José Forjaz. A "parte principal" do monumento (integrado no mesmo há um edifício com uma sala de exposições/centro de documentação, um anfiteatro ao ar livre, parque de estacionamento e grande zona ajardinada) consta de uma plataforma em betão onde estão "espetados" 35 tubos de ferro, cada um com cerca de 9 metros de altura, com fendas de diferentes tamanhos em diferentes sítios. Sob os tubos existe uma caixa de ar que serve de caixa de ressonância, pois com o vento o monumento "actua" como um instrumento sonoro eólico emitindo, conforme a intensidade do vento, um murmúrio musical! Integrado no memorial estão restos do avião que aqui se despenhou.



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Um dia no Kruger Park

O Kruger National Park (normalmente conhecido apenas como Kruger Park) situa-se no extremo nordeste da República da África do Sul e faz fronteira com Moçambique e Zimbábue. A sua área é de cerca de 20 mil quilómetros quadrados (o Algarve tem quase 5,5 mil quilómetros quadrados!), tendo cerca de 350 km de comprimento e, em média, 60 km de largura. Foi criado em 1898 pelo então presidente Paul Kruger e é um dos mais famosos parques em todo o mundo. No seu território vivem os chamados big five - leão, elefante, rinoceronte, leopardo e búfalo - e muitas, mesmo muitas, outras espécies! São mais de 520 espécies de aves, cerca de 120 espécies de répteis e quase 150 espécies de mamíferos!
A saída do Maputo foi de madrugada, para se poder ter o máximo de tempo, com sol, no Kruger Park. Tudo correu bem, excepto que não se esperava que as chuvas caídas nos dias anteriores enchessem os rios de tal modo que a entrada no Parque mais perto do Maputo, a Crocodile Bridge Gate, estivesse fechada, pois o rio cobria a ponte e a passagem não era possível!A opção foi fazer mais cerca de 60 quilómetros e entrar por Malelane Gate. Este é o aspecto da recepçãoPouco à frente eis os primeiros animais - um pequeno grupo de fococeros (NOTA: as fotos abaixo, e todas as que depois mostro em formato reduzido, podem ser ampliadas "clicando" em cada uma delas)


Quase logo de seguida, e por indicação de outros visitantes, deparamos com um leopardo. Segundo me informaram depois foi uma sorte muito grande encontrar este felino, pois é dos animais que menos se vê no Parque! (para "compensar"... não vi um leão!)
Pássaro de rara beleza - um rolieiro!

Antílopes diversos
As graciosas girafas. Sempre "disponíveis" para posar para a fotografia! Repare-se na cicatriz no pescoço da girafa mostrada na última foto
Cheio de força e vitalidade, o búfalo!
Não ficando atrás daqueles em termos de força, o elefante!

Aves diversas. Penso que são, pela ordem de apresentação, alcaravão de água, calau de bico vermelho, águia pesqueira e garça e pássaro martelo.


O Kruger Park está servido por boas vias de comunicação. São cerca de 3000 km de estradas, sendo a rede principal asfaltada e a secundária de terra batida. Aqui a travessia de um riacho! Existem 6 rios permanentes que atravessam o Kruger! Mais um grupo gracioso! As zebras!
Com uma "graciosidade" diferente, ...muito pesada, os rinocerontes!


Dentro de água uma foto de um crocodilo (a espreitar, ...quase não se vê) e de outros pesos pesados - hipopótamos.

Antes de sair do parque um pequeno descanso nesta esplanada! Para beber qualquer coisa fresca, comprar uma recordação, comer, descansar... não faltam no Kruger locais como este. A terminar, e para que neste post figurem todos os big five, faltava o leão! Eis então o rei da selva, o leão (como já disse não vi no Kruger Park nenhum leão, esta foto foi tirada na Gorongosa em 1972!)

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