sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

Mais uma "volta" por Johannesburg

Novamente em Johannesburg! Mais uma "volta" pela cidade que desta vez início numa parte a que chamam Newtown. Aqui se encontram muitas casas antigas, o Museu África, a principal mesquita da cidade, o Market Theatre, a rua Miriam Makeba ...Vistas da cidade a partir de NewtownMais algumas fotos do centro...
Duas fotos em SandtonNos arredores de Johannesburg dois templos: a Igreja Libanesa e...
...a Igreja Ortodoxa Russa (S. Sergio de Radonezt)

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quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Regresso a Johannesburg

Depois dos vinhos... o regresso a Johannesburg!
A viagem foi longa, o calor apertou (a temperatura chegou aos 39 (trinta e nove) graus!) e o cansaço se faz sentir...
Mostro a seguir umas vistas de Stellenbosch. É uma pequena cidade (a mais antiga colónia europeia na África do Sul depois de Cape Town) fundada em 1679, muito ligada aos vinhos. Aqui se retemperam forças para mais umas centenas de quilómetros! Repare-se nos jactos de água vaporizada que refrescam esta esplanada!A igreja de Santa Maria O antigo arsenal
Aspecto de uma ruaUm mercado de rua
É necessário retomar a jornada. A estrada é boa, mas o calor continua a apertar...Um aviso na estrada chamando a atenção para o cansaço! Um outro aviso informando quanto falta para encontrar uma sombra! ...como são poucas!...
Duas fotos de uma área de serviço
Mais uma cidade - Colesberg - a última dormida antes de Johannesburg.
A paisagem começa a alterar-se...Subúrbios de Johannesburg
Já se nota que a "grande cidade" está próxima - os característicos montes de escórias das minas de ouro de Johannesburg marcam a paisagem (actualmente existem muito poucos, pois a maioria deles foram reciclados)
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Rota dos vinhos - II

Enquanto em "Rota dos vinhos - I" mostrei as vinhas, agora vou mostrar as caves. As fotos são de três diferentes empresas.
A primeira a ser visitada foi a Muratie. É uma pequena empresa familiar que se gaba de ter sido uma das primeiras a produzir Vinho do Porto na África do Sul! Paga-se 25 rands (cerca de 2,5 euro) e tem-se direito a provar 5 vinhos diferentes (de um total de cerca de 15, sendo 2 Port) e a ficar com o cálice gravado com o nome da empresa! "Cultiva-se" aqui a teia de aranha!...
A segunda visita foi à KWV, uma das maiores ou mesmo a maior do País! Grande salão de exposições/vendas. Muito bem organizada! Paga-se mais ou menos o mesmo que na Muratie, sem direito a ficar com o cálice, e provam-se 5 vinhos (um deles Port) e um brandy. A prova é acompanhada por um técnico que vai explicando e indicando idade, castas, características,...
Salão de vendas/exposição
Uma das prateleiras com Port
Inicio da visita guiada
Aspecto geral da chamada Catedral, grande armazém onde, para além de aqui estarem numerosos tonéis esculpidos com cenas relacionadas com o vinho e/ou vinha, tem nos topos vitais que filtram a luz e embelezam o local. Neste topo os tons são verdes e no outro os tons são rosa.

Alguns dos tonéis acima referidos

Outro armazém

Vários balseiros que há anos atrás tiveram dentro Vinho do Porto (do verdadeiro), foram desmontados em Vila Nova de Gaia e aqui foram novamente montados. Veja-se na foto seguinte a indicação do tanoeiro!

A terceira visita foi à Fairview. Não visitei as caves, vim aqui para almoçar! E que magnifico almoço! Cozinha de primeira, ambiente 5 estrelas, preço não especulativo! Esta empresa produz vinhos (o tinto que bebi foi óptimo!), queijo (mais de 20 variedades de cabra, vaca e mistura!), azeite, compotas, etc., tudo à venda na loja.

O restaurante e a esplanada
A loja

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segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Rota dos vinhos - I

A história do vinho na África do Sul iniciou-se em 1652 quando o holandês Jan van Riebeeck plantou, nas proximidades do Cabo (Table Bay), videiras vindas de Espanha, França e Alemanha, cedo se apercebendo das potencialidades da região para a produção de vinho. Em menos de sete anos tinha produzido o primeiro vinho na África do Sul. Em 1670 um outro holandês, Simon van der Stel, percebeu que num vale próximo a Cape Town (hoje a cerca de 35 minutos de carro desta cidade) existiam as condições ideais para o plantio de uvas. São aqui estabelecidas as vinhas de Stellembosh (esta é a segunda cidade mais antiga da África do Sul) e é assim criada a "capital do vinho" nesta parte de África (nesta região existem cerca de 60 "caves", algumas bem grandes, a produzir vinho). É aqui que se encontra a reserva do Beyerskloof Pinotage (o pinotage é um vinho exclusivamente sul africano, de uma uva que foi o resultado do cruzamento da pinot noir com a cinsaut).
A cerca de uma hora de carro de Cape Town a influência francesa faz-se sentir numa outra região vinicola - Franschhoek - para onde vieram muitos dos franceses protestantes expulsos de França e que aqui cultivam (são cerca de 20 "caves"), com sucesso, diversas castas: Chardonnay, Semillon, Sauvignon Blanc, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Merlot, Cabernec Franc e Pinot Noir.
Dum modo geral os vinhos sul africanos (brancos e tintos) são de muito boa qualidade, alguns mesmo excepcionais! Têm também boas aguardentes, espumantes e até (pasmem!)... Vinho do Porto (embora lhe chamem Port e Vintage Port!). Mas este, para além do nome, não tem nada a ver com o "nosso" Vinho do Porto...
Seguindo uma parte da "Rota dos vinhos" mostro a seguir uma pequena parte do que são as vinhas da África do Sul. São quilómetros e quilómetros de lindas paisagens, de vinha muito bem tratada e ordenada.

A terminar uma imagem não muito vulgar em Portugal (mesmo rara), mas que cá se vê muito: a vinha a ser regada, qual campo de milho ou girassol!


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Despedida de Cape Town

Estas serão as últimas fotos que mostro de Cape Town. Confirma-se: a cidade é linda, apetece passear. Li há dois ou três dias, algures na Net, já não sei onde, que segundo o livro do Guiness (?) esta é uma das mais bonitas cidades do mundo, rivalizando com o Rio de Janeiro e S. Francisco! Confirmem...
Duas "marcas" portuguesas: a estátua de Bartolomeu Dias e um Café português
O entardecer na praia de Clifford
Duas vistas da praia de Camps Bay
Bye bye Cape Town!
Já na saída da cidade, o condomínio Century City...

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Passeando por Waterfront

A história de Waterfront inicia-se em 1860 quando o príncipe Alfred (segundo filho da rainha Victoria) colocou a primeira pedra para a construção da barreira nas águas do mar de Cape Town. Actualmente Waterfront é uma zona de lazer junto ao mar, algo parecido com as "Docas" de Lisboa, a "Ribeira" do Porto ou o "Cais" de Gaia... só que tudo junto e muito melhor! Para além das esplanadas, cafés, restaurantes,... há lojas, galerias de arte, espectáculos ao ar livre... e a actividade normal de um porto! Este complexo compreende o porto Table Bay, as baías Victoria e Alfred e o magnífico shopping Victoria e Alfred Waterfront. A tudo isto há que acrescentar milhares e milhares de turistas de diversas partes do mundo...

A ponte móvel (em movimento para deixar passar um barco)

Dois dos muitos espectaculos que ali decorrem habitualmente

Escultura

Selo emitido em 1995 retratando Waterfront

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segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

O Cabo da Boa Esperança

Estando na parte mais a sul do continente africano não podia passar sem ir ver o Cabo da Boa Esperança (Cape of Good Hope). A estrada que leva ao Cape Point, o cabo de onde se tem uma magnifica vista para o Cabo da Boa Esperança, margina o mar e podem ver-se, até lá chegar, praias de areias brancas e águas limpidas, como aquela que mostro a seguir.
Vista de satélite dos dois cabos
Chegado à base do Cape Point é necessário tomar o elevador, pois a subida é longa e a inclinação grande.
Saindo do elevador e olhando para trás vê-se o que se subiu, e...
...olhando para a frente... o que ainda falta subir! Chegando ao farol, tem-se em frente o Cape Point, e à direita...
...depois da prainha, o Cabo da Boa Esperança!

O Cabo da Boa Esperança situa-se no sul do continente africano. Foi dobrado pela primeira vez em 1487 pelo navegador português Bartolomeu Dias. Segundo as crónicas da época Bartolomeu Dias chamou-lhe Cabo das Tormentas, mas D. João II mudou-lhe o nome para Cabo da Boa Esperança pois, ao ser dobrado, mostrou a ligação entre o Atlântico e o Índico e com ela a esperança de atingir a India. Este foi o nome que ficou, correspondendo o nome em inglês - Cape of Good Hope - à tradução daquele.

Descendo do Cape Point até ao nível do mar percorre-se uma estrada (uns 2 ou 3 quilómetros) que nos leva à base do Cabo da Boa Esperança. É uma visão um tanto ou quanto frustrante... Estava à espera de um Cabo "tipo Ponta de Sagres" ou Cape Point... e deparo com o que se vê na foto. Bem assinalado, muito visitado (encontrei aqui vários portugueses e brasileiros), mas...

De regresso à Cidade do Cabo, por uma estrada diferente da que foi tomada à ida, uma paragem para um almoço tardio num restaurante cubano que me foi recomendado e eu recomendo - Restaurante Cape to Cuba - em Kalkbay.


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Cape Town vista da Table Mountain

Aproveitando o bom tempo e a ausência de nebelina (o que, segundo me disseram, é raro acontecer) subi à Table Mountain, a serra que domina a cidade. A 302 metros de altitude toma-se o teleférico que sobe até aos 1067 metros em cerca de cinco minutos. Este moderno equipamento, importado da Suíça, dispõe de um "democrático" piso que, conforme vai subindo (ou descendo), faz uma volta de 360º proporcionando a todos os passageiros "igualdade de direitos visuais"!À sombra de enormes guarda sóis, aguarda-se a vez para subir. Ao fundo a Lions Head Em plena subida
Magnifica vista "quase aérea" da cidade
Duas vistas do portoA cidade, muito bem delineada, limpa, aberta, simpática, arejada, com vida,... está virada para o mar e envolve as montanhas (tem algo que faz lembrar o Rio de Janeiro!), apetece passear por todo o lado...
Ao lado da "grande cidade" uma das várias praias.
Para lá da Lions Head outra parte da cidade
Vista geral da baía
Um dos vários miradouros existentes no cimo da Table Mountain , onde se situa igualmente o Table Mountain National ParkA terminar um fragmento de um texto (aconselho a leitura do texto todo) que retirei de Rotas & Destinos :
"A Cidade do Cabo tem uma vida muito própria, feita de gentes, culturas e sentimentos únicos. Também chamada de Mother City - foi a primeira cidade a ser fundada na África do Sul - oferece de tudo um pouco; ambiente cosmopolita e animadas noites, paisagens que deixam qualquer um sem fala e vida selvagem (ainda) em abundância. Aqui o Homem e a natureza vivem em perfeita harmonia."

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A cidade do Cabo está próxima...

Esta é a última etapa para a Cidade do Cabo. A Garden Route já ficou para trás, resta muito pouco da "The Greater Cape Route". De Johannesburg a Cape Town são 1825 quilómetros!
A paisagem não muda muito...

Pouco se tinha rodado quando ao lado da estrada, melhor dizendo, ao lado da ponte que na altura se passava, "surge" uma outra, de ferro, velha: é a Gouritz River Bridge, sítio onde se iniciou (e continua...) na África do Sul a prática do "Bungy jump". Esta é a entrada para a velha ponte de ferro...

As duas pontes lado a lado. Todos os saltos são feitos a partir da ponte velha, mas para uns as cordas/elásticos estão presos nesta ponte, enquanto que para outros estão presos à ponte nova.

Este parece-me ser o salto mais arriscado, "queda" na vertical, preso pela cintura!....

Após o salto, tipo "pêndulo", presas à ponte nova, aguardam a descida e que um barco as venha buscar.

O verde continua e os campos cultivados também!

São quilómetros e quilómetros de rectas...

A praia de Hermanus

O Cabo está perto, já se veem as montanhas que o cercam...

Finalmente Cape Town! Nunca tinha fotografado nada tão a sul....


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Mossel Bay

Mossel Bay (inicialmente Aguada de São Brás) é, não só para nós portugueses como para os sul africanos, um marco histórico. Foi aqui que em 1488 Bartolomeu Dias aportou após ter passado o Cabo da Boa Esperança. Toda a cidade respira história, destacando-se o "Bartolomeu Dias Museum Complex" onde encontramos o Museu Maritimo (está aqui exposta uma caravela - reprodução da que aqui chegou em 1488 - que em 1988 navegou de Lisboa a Mossel Bay), a árvore correio (Post Office Tree, declarada património provincial e onde, segundo a tradição, era deixado o correio), a fonte "Aguada de São Brás" (ainda hoje nela corre água!), um aquário, uma estátua do navegador, etc.
A cidade é muito simpática e acolhedora. Em diversos locais há referências a Portugal/descobrimentos.
Muito perto da entrada do "Complex" várias bandeiras e entre elas a portuguesa.

Entrada para o Museu Marítimo

No interior a caravela (réplica daquela em que Bartolomeu Dias navegou) que em 1988, nas comemorações dos 500 anos da chegada de Bartolomeu, navegou de Lisboa até aqui, sendo recebida pela Armada Sul Africana numa cerimónia bem documentada no museu. De referir que primeiro foi aqui colocada a nau e só depois foi construido o museu, envolvendo-a.

Abaixo está a árvore onde em 1500 Pedro de Ataíde terá deixado uma carta dentro de uma bota e onde contava os problemas que teve em Calcutá. Em 1501 a carta foi encontrada por João da Nova, quando ia a caminho da India. Este terá sido o primeiro posto dos correios na África do Sul! A grande árvore - uma Sideroxylon inerme (que grande palavrão!) - continua a crescer/reproduzir-se e foi declarada Património Provincial. Em 1988 foi ali colocada a estátua de Bartolomeu Dias.
Placa junto à árvore
"Marco" de correio evocativo (pode ser usado)

Vista da Baía

Vistas diversas do centro de Mossel Bay

Urbanização junto ao mar Piscinas naturais

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domingo, 6 de Janeiro de 2008

Criação de avestruzes

Também fora da Garden Route, próximo de Oudtshoorn, fui ver uma quinta onde se criam avestruzes. Para além da criação, a quinta tem um pequeno museu, uma pista de corridas de avestruzes, uma "arena" onde as avestruzes são mostradas e podem ser montadas pelos visitantes, um restaurante, uma loja onde se vendem objectos que tiveram origem na avestruz (plumas, ovos simples e trabalhados, carteiras em pele, etc.).
Podendo ter uma altura de 2,5 metros e pesar 160 Kg, a avestruz é a maior ave do mundo. Dado o seu peso não é capaz de voar, mas pode correr durante cerca de meia hora à velocidade de 70 Km/hora! Cada ovo equivale, em peso, a duas dúzias de ovos de galinha, chegam a pesar 1,5 Kg e podem levar duas horas a cozer.
Vejam o "sorriso" desta!
O nascimento numa incubadora
Avestruz embalsamada e esqueleto
Montando a avestruzCorrida
O "palacete" construído na "época de ouro" das plumas

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sábado, 5 de Janeiro de 2008

Cango Caves

Saindo da orla marítima e da rota que conduz ao Cabo, rumo a norte, fui visitar as Grutas de Cango (Cango Caves). Estas grutas, cuja formação foi iniciada há 20 milhões de anos (!), são as maiores grutas visitáveis de África e são consideradas como um das 7 maravilhas da República da África do Sul. Segundo os "entendidos" as grutas já foram habitadas há mais de 80 mil anos (!), mas só foram "redescobertas" em 1780 por colonos alemães. Actualmente é um dos pontos turisticos mais visitados do País.
Nestas grutas há dois tipos de visitas: as "normais", que percorrem apenas uma pequena parte das mesmas, sobe-se e desce-se muito pouco e sempre por espaços amplos, e as "aventura", mais radicais, que percorrem quilómetros, com grandes declives e com passagens muito estreitas (algumas das passagens são ultrapassadas rastejando e outras são feitas na vertical).

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quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

Garden Route - II

O destino agora é Mossel Bay (aqui termina a Garden Route), com paragem em George e um desvio (ver os dois posts seguintes) para visitar as grutas de Cango (Cango Caves), uma quinta onde se criam avestruzes e a cidade de Oudtshoorn (paragem para comer um bife de avestruz, já que é à volta desta cidade que se encontram os principais criadores de avestruzes).
À saída de Wilderness as "belas vistas" continuam...
Entrada de Oudtshoorn
xxxxxxxCity Hall
George
Interiores da igreja acima

Uma outra igreja
Casas tipicas em George
Já muito perto de Mossel Bay as bonitas paisagens continuam...

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Garden Route - I

Muito perto da ponte que mostrei no "post" anterior todos os reteiros turisticos assinalam uma "big tree" merecedora de visita. Caminhando a pé para a ver, encontrei o "bicho" que abaixo mostro. Teria cerca de um palmo de comprimento. Acho que é da família das centopeias e que se chamará milopeia. No norte de Moçambique chamam-lhe congoloto. Há anos que não via um!
A grande árvore que mostro a seguir "não ficou bem na fotografia"! Não tive espaço para a fotografar melhor! Parece mais pequena do que é na realidade. Com cerca de 800 anos de idade, tem quase 37 metros de altura e são necessários 8 adultos para a abraçar!
Se Plettenberg Bay é a St. Tropez da República da África do Sul...
Plettenberg Bay
... Knysna, digo eu, é a Quinta da Marinha deste País! Lugar paradisiaco! Grandes falésias e uma baía de tal modo fechada que mais parece um lago, redeada de montanhas e florestas. As construções espalham-se pelo cimo das falésias e espraiam-se em "linguas"que vão baía dentro! Knysna é também sinónimo de ostras e a visita a esta cidade, votada como a cidade favorita dos sul-africanos, não ficará completa sem provar aquele soculento fruto do mar.
Uma falésia de Knysna e uma praia vista do cimo desta falésia
Águas calmas e límpidas (as mais quentes que até agora encontrei!) rodeiam as contruções!
O porto de recreio e os seus restaurantes
A menos de uma hora de viagem de Knysna, fica Wilderness. Povoação muito pequena, mas muito simpática e pitoresca, com uma bela praia (...voltam as águas frias!) e magníficas casas em madeira que "sobem" a montanha em redor (fiquei sem perceber como se chega àquelas casas!).
Praia de Wilderness
Casas "subindo" a montanha em Wilderness

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A caminho do Cabo...

Saindo de Port Elizabeth, sempre pela beira mar, inicio realmente este passeio pela costa do Índico e que me levará até Cape Town (Cidade do Cabo). Vou seguir aquela que é conhecida como "The Greater Cape Route". A paisagem é linda! De um verde que se estende até ao infinito!... Um verde que dificilmente imaginariamos ser em África. Grandes áreas cultivadas (girassol, milho, pastos,...), pinhais, matas,... Belas praias de águas e areias limpas (...mas a água continua muito fria!), pitorescas localidades e muito, muito para ver.

Praia de Jeffereys Bay Arredores de Jeffreys Bay Duas fotos de Humandrop, sendo a segunda a do Centro Cultural
Venda de fruta na berma da estrada
A partir do vale que a seguir mostro, por onde corre o rio Storms, inicia-se a "Garden Route" (acaba em Mossel Bay). O rio Stormes ao longo dos milénios traçou na rocha o seu leito, resultando esta belissima e agreste paisagem. A paragem aqui é obrigatória. Estendem-se as pernas, toma-se um refresco e aprecia-se a paisagem e a ponte (magnifica obra de engenharia).


Storms River Bridge

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